O cadáver me disse Todos os segredos da humanidade Em histórias tristes Enterrados num buraco de mesmice Sua cova foi parcelada em 30 vezes mais crendices O falecido me explicou O reto que trás verbos Detrás que não volta nunca mais O tempo é indissociável O corpo é imoral Entre tantos tortos, o morto digladiou Sua revolta em entender Por que a cria morre na fila Enquanto seu coração explode por morrer Poema publicado na @piratacultural com pesar em denúncia aos crimes contra humanidade cometido na Venezuela. Ps: Ano passado quando houve um dos maiores apagões na capital da Venezuela, a BBC realizou uma investigou e fez uma reportagem sobre os necrotérios que estavam com explosões de corpos por falta de energia elétrica de mais de um mês.
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11.1.19