6.29.20
O que é o sacrifício por um sentir Perante grandes cálculos inabitáveis Meu sexo é condutor Nesta grande bolha de sangue, carne e dor Sou o princípio ativo Numa esfera alarmante Minhas súplicas estão invisíveis Meu rosto é de traço marcante O poeta está berrante No seu choro desconcertante Sou uma criança Buscando um pouco do ninar Frágil corpo ambulante À caminhar
Poesia da Dor I
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